GEPID participará do FISL 2015

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O Grupo de Estudo e Pesquisa em Inclusão Digital (GEPID) estará presente no 16º Fórum Internacional de Software Livre, que acontece de 8 a 11 de julho, em Porto Alegre.  O evento é um dos principais na área da tecnologia no mundo, com palestras, oficinas e debates sobre novidades tecnológicas e cultura digital livre.

Os integrantes do grupo irão realizar palestras nesta edição:

-O Projeto Escola de Hackers: Educação em tempos de conexão, compartilhamento e abundância – Autores: Adriano Canabarro Teixeira, Amilton Rodrigo de Quadros Martins, João Alberto Ramos Martins, Neuza Teresinha Oro, Edemilson Jorge Ramos.

– Educação em tempos de conexão, compartilhamento e abundância – autores: Adriano Canabarro Teixeira, Amilton Rodrigo de Quadros Martins, Edemilson Jorge Ramos, Marco Antônio Sandini Trentin.

– Arduxylo: um dispositivo robótico para a aprendizagem de música – autores: Sabrina Antunes, Adriano Canabarro Teixeira, Leonardo Tatsch Correa, Gabriel Cena Trentin, Eduardo Pilati.

– LED movido a vento – autores: Guilherme Zanatta Tochetto, Leonardo Costella, Adriano Canabarro Teixeira.

– Dispositivo robótico para geometria plana; Rede Social de Projetos Livres de Robótica – autores: Gabriel Paludo Licks, Marco Antônio Sandini Trentin, Caroline Saúgo, Adriano Canabarro Teixeira, Gabriel Kressin.

– Software Livre a gestão da informação – autores: João Alberto Ramos Martins, Adriano Canabarro Teixeira, Edemilson Jorge Ramos.

– Rede Social de Projetos Livres de Robótica: Gabriel Paludo Licks, Guilherme Zanatta Tochetto, Marco Antônio Sandini Trentin, Adriano Canabarro Teixeira.

Também, o artigo “Olimpíada de Programação de Computadores para Alunos do Ensino Fundamental” , autores:  Adriano Canabarro Teixeira, Edemilson Jorge Ramos, Marco Antônio Sandini Trentin, Ariane Mileidi Pazinato.

O professor Adriano participará de uma mesa de debates acerca do tema Educação Hacker e Robótica Educacional. Os demais componentes da mesa serão Léa da Cruz Fagundes, pioneira da informática educativa no Brasil, Danilo Rodrigues, pioneiro da robótica pedagógica livre no Brasil e  Rafael Pezzi do Centro de Tecnologia Acadêmica da UFRGS.

Escola de Hackers

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Talvez você pense que hacker é aquela pessoa que invade sites e comete crimes na internet, mas saiba que esses são os crakers. Já os hackers têm muito conhecimento sobre programação de computadores e informática. Para ensinar tudo sobre o mundo digital surgiu a Escola de Hackers.

Este projeto ensina cerca de 356 alunos da rede municipal de ensino como programar. Quem ensina são professores e alunos dos cursos de tecnologia. Este ano, os alunos que se destacaram na edição da Escola de Hackers no ano passado estão participando da Escola de Hackers Avançada, aprendendo sobre robótica. Outra novidade é o Berçário de Hackers que atende alunos de 5 e 6 anos das escolas de educação infantil, ensinando noções básicas de programação de computadores com o uso de tablets.

Um dos professores da Escola de Hackers, Adriano Teixeira, explica que saber programar é um diferencial: “Aprender a programar significa aprender a escrever o mundo, significa aprender a pensar”. Ele falou que quem sabe programar tem um desempenho muito melhor nas outras disciplinas: “Talvez seja a habilidade básica do cidadão do século XXI”. Participe!

Xilofone digital

xiloinoQue tal tocar um instrumento musical através da tecnologia? O “Arduxylo” é um xilofone digital, que reproduz exatamente o timbre do instrumento. Ele foi construído a partir de sucata e Arduíno, que é uma plataforma de hardware livre para projetos envolvendo robótica.

O instrumento é um projeto do Grupo de Estudos em Inclusão Digital (Gepid), desenvolvido pela musicista e mestranda em Educação na Universidade de Passo Fundo, Sabrina Antunes, e conta com a parceria do aluno de Tese de Conclusão de Curso, Leonardo Tatsch Correa, e dos alunos de Iniciação Científica, Gabriel Kressin e Eduardo Pilati, acadêmicos do curso de Ciências da Computação da UPF.

Sabrina explica que o Arduxylo implementa um mecanismo de feedback, ou seja, possibilita ao estudante identificar se reproduziu a mesma sequência de notas geradas pelo instrumento. Também cria situações de recuperação do conhecimento construído pelos estudantes, onde, após a aprendizagem de determinada escala musical, o aluno deve aplicá-la sobre uma harmonia específica. “O Arduxylo é um dispositivo robótico de baixo custo poderá ser utilizado como ferramenta para o ensino de música nas escolas”, explica Sabrina.

Alunas de Pós-Graduação em Educação participam de evento no México

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      Dos dias 03 a 07 de maio aconteceu a XIV Conferência Interamericana de Educação Matemática em Tuxtla, capital de Chiapas, México. Um dos objetivos do evento é ampliar as discussões sobre o ensino da matemática. As pós-graduandas em Educação da UPF e pesquisadores do GEPID, Franciele Forigo, Valéria Lessa e Ariane Mileidi Pazinato, participaram do evento.

           Na conferência as acadêmicas apresentaram artigos referentes a pesquisas realizadas no GEPID e no Mutirão pela Inclusão Digital, ambos coordenados pelo Prof. Dr. Adriano Canabarro Teixeira. Um deles trata da Olimpíada de Programação para estudantes do Ensino Fundamental, com a utilização do Scratch como recurso interdisciplinar. Outro artigo enfatiza a presença da matemática na programação de computadores, descrevendo também o projeto Escola de Hackers.

            As participantes relatam que entre os trabalhos apresentados, muitos utilizam as tecnologias digitais como metodologias de ensino e aprendizagem de conteúdos específicos de matemática. “Nossos artigos, envolvendo a programação de computadores são os únicos que trazem uma discussão sobre o tema aplicado à educação básica, o que evidencia a carência de pesquisas na área e a inovação dos projetos” destacam.

Visita na Google São Paulo

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Na quarta-feira (22), o professor Adriano Teixeira e a professora Tania Rosing estiveram em reunião, na sede da Google em São Paulo, com o responsável pela área estratégica de Educação da Google, Alexandre Campos. Com o objetivo de explorar as ferramentas do Google for Education voltado para instituições públicas e organizações sem fins lucrativos, como alternativa para suporte no processo de aprendizagem.

Teixeira destaca a importância de conhecer essa ferramenta e perceber o seu potencial, ainda mais que possibilita ter acesso ao que se quer, quando se quer e de onde quiser, uma vez que pode fornecer ao processo de aprendizagem uma dinâmica colaborativa e, ao mesmo tempo, individualizada. “Acreditamos que a computação nas nuvens não é uma tendência, é uma possibilidade instituída no sentido que fornece às pessoas uma realidade cada vez mais forte. Elas passam a participar de um processo real e poderoso de gerenciamento de suas aprendizagens no sentido mais amplo possível”, afirma.

Segundo Teixeira, a experiência inicial será na Pré-Jornada Nacional de Literatura, em preparação à Jornada. Serão escolhidos quatro autores para compor atividades propostas nas ferramentas Google, que irão compartilhar seus materiais digitais, como: livros, textos, entrevistas, áudios, vídeos, para que as pessoas possam interagir e transformar tais conteúdos.

Outro projeto é criar um Grupo de Educadores Google (GEG) que reunirá sistematicamente educadores para compartilhar experiências, aprender novas ferramentas e fomentar a utilização do Google na educação. Teixeira enfatiza que o grupo irá utilizar um grupo de ferramentas e serviços que está maduro, é acessível e fácil de utilizar – “Não estamos assumindo a bandeira Google. Estamos utilizando uma ferramenta para explorar o potencial da computação das nuvens em processos de aprendizagem o ensino da computação nas mais diversas áreas, sem deixar de lado outras ferramentas”.